Parábola do grão de mostarda: A institucionalização da Igreja

Jesus avisou no que daria a evolução para uma religião corporativa, dizendo que as aves do céu se abrigariam nos seus ramos:
Mt 13:31: A parábola do grão de mostarda: Outra parábola lhes propôs, dizendo: O reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda, que um homem tomou e plantou no seu campo; o qual é, na verdade, a menor de todas as sementes, e, crescida, é maior do que as hortaliças, e se faz árvore, de modo que as aves do céu vêm aninhar- se nos seus ramos.
O que estas aves gostam de fazer é matar, roubar e destruir o sentido original da Palavra: A parábola do semeador.
Mt 13:4: E, ao semear, uma parte caiu à beira do caminho, e, vindo as aves, a comeram.
Resgatemos a Sã Doutrina.

A corporação religiosa deve ser vista apenas como um veículo que eu uso para manifestar Cristo ao mundo e não para promover a mim mesmo. Só quem morreu com Cristo pode fazer isto.
Somente um louco varrido promoveria um cadáver. Cadáver foi feito para ser enterrado e não promovido.
Se faço tanta questão de aparecer, é porque ainda estou vivo e a corporação que fundei existe para mim e não para ser um instrumento de divulgação dos pensamentos e desejos de Jesus Cristo.

Veja se a Igreja da árvore se parece com isto:

Apocalipse 18:11-20: E sobre ela choram e lamentam os mercadores da terra; porque ninguém mais compra as suas mercadorias:
Mercadorias de ouro, e de prata, e de pedras preciosas, e de pérolas, e de linho fino, e de púrpura, e de seda, e de escarlata; e toda a madeira odorífera, e todo o vaso de marfim, e todo o vaso de madeira preciosíssima, de bronze e de ferro, e de mármore;
E canela, e perfume, e mirra, e incenso, e vinho, e azeite, e flor de farinha, e trigo, e gado, e ovelhas; e cavalos, e carros, e corpos e almas de homens.
E o fruto do desejo da tua alma foi-se de ti; e todas as coisas gostosas e excelentes se foram de ti, e não mais as acharás.
Os mercadores destas coisas, que com elas se enriqueceram, estarão de longe, pelo temor do seu tormento, chorando e lamentando,
E dizendo: Ai, ai daquela grande cidade! que estava vestida de linho fino, de púrpura, de escarlata; e adornada com ouro e pedras preciosas e pérolas! porque numa hora foram assoladas tantas riquezas.
E todo o piloto, e todo o que navega em naus, e todo o marinheiro, e todos os que negociam no mar se puseram de longe;
E, vendo a fumaça do seu incêndio, clamaram, dizendo: Que cidade é semelhante a esta grande cidade?
E lançaram pó sobre as suas cabeças, e clamaram, chorando, e lamentando, e dizendo: Ai, ai daquela grande cidade! na qual todos os que tinham naus no mar se enriqueceram em razão da sua opulência; porque numa hora foi assolada.
Alegra-te sobre ela, ó céu, e vós, santos apóstolos e profetas; porque já Deus julgo u a vossa causa quanto a ela.

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