Último Reduto

Efésios: 5. 1. Portanto, sede imitadores de Deus, como filhos amados; e andai em amor como Cristo, que também nos amou e se entregou por nós a Deus como oferta e sacrifício com aroma suave. Entre vós não deve haver nem sequer menção de imoralidade sexual como também de nenhuma espécie de impureza e de cobiça; pois essas atitudes não são adequadas aos santos. Não haja obscenidades, nem conversas tolas, nem gracejos imorais, que são inconvenientes, mas, ao invés disso, portai-vos com ações de graça.
Todos os impérios construídos pelos homens, ruíram. Entre os poucos que insistiram em subsistir, está a família. Hoje, porém, está perdendo gradativamente o seu aspecto sagrado. Sucessivas ondas passam sobre o lar, a primeira delas foi o movimento feminista, que formulou várias requisições justas. Com o tempo, porém, invadiu o lar e tentou submergir o seu propósito original proposto na Bíblia. Mudou a organização familiar, diminuiu drasticamente o espaço antes ocupado pelo homem e a transformou em um corpo com duas cabeças.
Em seguida, surgiu uma outra onda, também montada em cima de reivindicações justas e pintado com as cores do movimento de proteção à criança. Sua bandeira foram os direitos da criança e entre eles estava a sua proteção contra a violência no lar. Este tipo de violência existe e deve ser coibida, mas incluiu a disciplina bíblica nesta lista de reivindicações. Acabou gerando crianças sem disciplina, sem valores, sem metas e emancipadas antes do tempo.
Na sua esteira veio a onda formada pelo movimento gay, que tenta acrescentar nesta pauta itens que impeçam os pais de colocar barreiras e impedimentos às “tendências” sexuais de seus filhos. E foi assim que a família ganhou mais uma cabeça, que pensa leis mais permissivas e ainda legaliza um dos pecados mais odiendos citados nas Escrituras, o homossexualismo. O legislativo está em rota de colisão com a cabeça maior, que é Jesus, o inventor e mantenedor da família.
O movimento gay está introduzindo uma família sem cabeça. Transfere para cada um de nossos pedaços de carne, a direção a ser tomada pelo corpo.
A família já fragilizada pela distância que sempre manteve dos padrões divinos, recebeu sem resistência estas novas sugestões. Existe, porém, uma comunidade alternativa, que diante de tantas opções, aboliu a violência, sabe disciplinar em amor, norteia com base nas Escrituras, ensina, guia, protege. A Igreja ainda é o nosso último reduto. 
Escrevi este artigo baseado na mensagem pregada em minha Igreja.
Ubirajara Crespo

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